Durli confirma investimento de R$ 25 milhões na Bahia

Ação irá gerar 120 empregos diretos

O município de Santa Terezinha, a 200 km de Salvador, receberá investimento de R$ 25 milhões com a implantação de uma filial da Durli Couros, no segmento há 57 anos. O Protocolo de intenções foi assinado nesta semana, na Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) e tem previsão de gerar 120 empregos diretos com capacidade de produção inicial de 2.500 peles/dia, podendo chegar a 4.000 peles/dia quando o projeto estiver em pleno funcionamento.

A unidade de Santa Terezinha está em fase final de licenciamento ambiental. A previsão da empresa é que após a liberação da mesma, a implantação se concretize em apenas um ano.

“A cada passo dado para concretização dessa unidade, o coração vai ficando um pouco mais baiano. Nosso intuito é gerar uma Bahia melhor, criando empregos e dentro de processos ambientalmente corretos”, afirma o presidente da Durli Couros, Evandro Luís Durli.

“A instalação de uma unidade beneficiadora de couro vai agregar valor ao produto dentro do próprio estado, fortalecendo a cadeia produtiva. Vale salientar a importância de um investimento como esse para um município que tem pouca atividade industrial”, Luiz Gonzaga, chefe de gabinete da SDE.

O protocolo de intenções para implantação da unidade já foi assinado. (Foto: Ascom/SDE)

O protocolo de intenções para implantação da unidade já foi assinado. (Foto: Ascom/SDE)

Segundo Durli, o município de Santa Terezinha vai abrigar a segunda unidade do grupo na Bahia, a primeira está localizada em Juazeiro, que produz 2.000 peles/dia. “Antes comprávamos a matéria-prima aqui e levávamos salgada para o Sul do País, depois de um estudo de viabilidade, a Bahia mostrou-se bastante viável para a industrialização do couro e hoje firmamos a intenção de implantar uma segunda unidade. Esse novo investimento vai possibilitar um incremento no volume já produzido”, afirma.

Com sede em São José dos Pinhais, no estado do Paraná, a Durli Couros atua em oito estados e está ampliando para o Mercosul, com investimento no Paraguai (leia Paraguai como alternativa Industrial). O mercado de couro no Brasil é 20% interno e 80% para exportação, no caso da Durli, a produção é escoada para Ásia, Europa e Estados Unidos. As indústrias de móveis e automobilística absorvem a maior parte da produção, ficando a indústria de calçados em terceiro lugar.

Fonte – BVMI – Licio Melo – Redação/Bahia de Valor

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@LicioMelo

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