Wilson Sons confirma investimento de R$ 1,5 mi em Santo André

Grupo registra crescimento de 150% em 2018 e em Suape já investiu R$ 18 Milhões

A Wilson Sons Logística confirmou ao BVMI o investimento direto de aproximadamente R$ 1,5 milhão na expansão do Centro de Distribuição (CD) de Santo André, na Grande São Paulo.

As obras já foram iniciadas e, dos 36 mil metros quadrados atuais, o centro passará a ter 52 mil metros, enquanto a câmara fria mais que dobrará de capacidade para acomodação de paletes.

O Centro de Distribuição de Santo André integra a Plataforma Sudeste da Wilson Sons Logística, junto com o EADI, terminal alfandegado operado pela empresa e considerado maior porto seco de São Paulo.

As principais cargas movimentadas pela unidade são dos segmentos manufaturado, automotivo, químico, entre outros. A unidade está localizada próximo a importantes elos logísticos, como o Rodoanel, o Porto de Santos e os aeroportos de Guarulhos e Viracopos.

O leitor do BVMI já vem acompanhando as movimentações de investimentos diretos do grupo desde 2016 – WILSON SONS LOGÍSTICA AMPLIA OPERAÇÕES EM SANTO ANDRÉ.

O Grupo também possui um Centro Logístico no Complexo Industrial Portuário de Suape, aposta nas cargas de projeto para manter o ritmo de crescimento em 2018. A meta é alta: anualmente a média tem sido de 150%. Neste mês, o grupo comemora cinco anos de operação em Pernambuco.

“Desde 2015, temos dedicado grande esforços sobre o mercado de energia solar e podemos dizer que hoje oferecemos uma solução robusta, capaz de atender todas as empresas do segmento.

Além disso, temos atuado como um hub para suprir demandas nas regiões Norte e Nordeste, diminuindo tempo e custo de transporte”, afirma a diretora comercial da Wilson Sons Logística, Patrícia Iglesias.

A unidade faz parte da Plataforma Nordeste da empresa, composta pela Estação Aduaneira (EADI), Centro de Distribuição e serviços de transporte, que somam investimentos de R$ 18 milhões.

Dessa forma, cargas de importação ou de exportação – que exigem alfandegamento – podem ser movimentadas, armazenadas e distribuídas para o mercado doméstico a partir de um mesmo local.

Atualmente, o centro logístico tem na carteira de clientes indústrias, embarcadores e armadores, operando com os mais diversos tipos de produtos, como químico, automobilístico, farmacêutico, alimentos e bebidas.

Apesar da diversificação do mercado, no ano passado, as operações que mais aumentaram foram nos segmentos farmacêutico e químico.

“Um dos diferenciais para esses dois setores é que temos licenças operacionais específicas para trabalhar com esse perfil de carga. Para isso, realizamos uma série de adaptações necessárias, que garantem a segregação física através de áreas dedicadas”, finaliza Patrícia.

Fonte – BVMI – Licio Melo

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@LicioMelo

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