Brandt confirma investimento de R$ 20 milhões em nova fábrica

Companhia quer quadruplicar a produção, com faturamento de R$ 250 milhões

Com faturamento anual de US$ 1 bilhão, resultado de atuação nos segmentos de orgânicos, jardinagem profissional e fertilizantes especiais, a Brandt está no Brasil há quatro anos, produzindo fertilizantes especiais em uma fábrica em Olímpia (SP), adquirida da Target Fertilizantes no Brasil em 2018.

Mas o quadro mudará em breve, e para melhor. A empresa está adquirindo um terreno de 10 mil metros quadrados na região de Londrina (PR) para construção de uma nova planta fabril em janeiro de 2020, onde também será instalada uma estação experimental.

A informação foi passada por Wladimir Chaga, presidente da Brandt do Brasil, durante almoço com jornalistas por ocasião do Congresso Andav. O investimento previsto, incluindo o terreno, é de R$ 20 milhões até 2022, que permitirá quadruplicar a produção, com faturamento de R$ 250 milhões.

A meta, como ressaltou Chaga, é passar a produzir no Brasil produtos líquidos e para agricultura orgânica, que atualmente são importados.

Em entrevista Wladimir Chaga confirma a aquisição de 10 mil m² na região de Londrina (estado do Paraná) para a construção da nova fábrica, que deve começar a partir de janeiro do ano que vem.

De acordo com ele, Londrina está em um local de transição, congrega um clima bastante diferente do clima brasileiro em geral, tendo uma influência do clima frio do sul do Brasil e ao mesmo tempo uma influência bastante forte do clima tropical do cerrado brasileiro.

Tanto que a Embrapa está localizada em Londrina, o centro nacional de soja está lá, outras empresas de milho também se localizam lá, duas empresas de tecnologia de soja também estão lá.

Ainda segundo o executivo “quanto ao investimento, eu imagino que a gente deve investir algo como R$ 10 a 15 milhões na construção da planta, e R$ 5 milhões na aquisição. É óbvio que isso tudo vai depender de leis ambientais, do que temos que fazer de recursos, poço artesiano, tratamento de afluente e uma série de coisas que ainda não podemos fazer esse estudo. É uma fábrica que depende das liberações ambientais, mas o prazo é de dois anos, porque temos que cumprir todas as etapas legais. Estamos construindo uma planta para quatro vezes o que nós estamos construindo hoje, para atender um mercado em torno de 200 a 250 milhões de reais de faturamento.”

Ele confirma que a ideia é continuar com a fábrica em Olímpia (São Paulo), a não ser que mude muita coisa, mas a ideia é ter uma unidade no estado de São Paulo (SP) por questões fiscais.

São muitos fornecedores de matéria-prima naquele estado, e além disso SP é importante para atender o mercado de citros, cana, café, e a logística desse estado também é boa para atender a região do Cerrado brasileiro.

O executivo finaliza dizendo que “Nós temos muitos produtos dos Estados Unidos que não estão aqui por falta de capacidade, como Olímpia que nós não temos autorização para trabalhar com produto seco, seja dry, granulado ou em pó, nós não temos autonomia para trabalhar. Buscaremos essa licença para Olímpia e trabalharemos só com esse produto seco, porque é uma fábrica mais velha. Em Londrina vamos trabalhar com produtos líquidos, se tornando uma fábrica modernizada, de automação, quase que uma fábrica de produtos fármacos, com toda a tecnologia disponível. Traremos alguns produtos dos EUA para cá, e entraremos forte na agricultura orgânica, que é bastante utilizada lá e pouco aqui, é um mercado que não vai tomar conta do mundo, mas o mundo vai consumir mais. É um mercado de 12% no Brasil, que deve ir para 15% ou 20% em cinco anos, porque a população precisa ter um aumento de renda para esse mercado crescer.”

Mesmo tendo chegado ao Brasil em época de desarticulação da economia, a empresa cresce ano a ano, inclusive exportando para Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai.

“Nesses anos, não sofremos o que grande parte da indústria sofreu, mas nosso sofrimento é com a carga tributária e com questões de logística”, resume Chaga, ao falar desses primeiros quatro anos. Focando nos ganhos, comemora ganhos como taxa de recompra e utilização dos produtos por 20% do total de agricultores, com market share ao redor de 2%.

FonteBVMI – GestAgro360º – Leonardo Gottems/AGROLINK

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@LicioMelo

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