Braskem e Siemens confirmam investimentos de R$ 600 milhões nos próximos dois anos

Foco é ampliação da eficiência na produção de petroquímicos básicos a partir do início de 2021

O BVMI confirmou que a central petroquímica da Braskem no polo do ABC, em São Paulo, vai receber investimentos diretos de R$ 600 milhões nos próximos dois anos, o objetivo é a modernização do sistema termelétrico que atende a unidade.

Os valores serão investidos pela petroquímica em conjunto com a alemã Siemens, e resultarão na troca das turbinas a vapor que hoje alimentam a central por motores elétricos de alto desempenho e instalação de uma usina de cogeração, que consumirá gás residual do processo produtivo da Braskem.

De acordo com o diretor de Energia da companhia, Gustavo Checcucci, o objetivo é ampliar a eficiência na produção de petroquímicos básicos a partir do início de 2021, quando o projeto entrará em operação.

A interligação do novo sistema à central petroquímica será feita no fim de 2020, durante parada geral de manutenção.

“O projeto foi concebido para trazer ganho de eficiência energética e disso surgiu a parceria com a Siemens”, informou o executivo.

À Braskem caberá a substituição das turbinas a vapor pelos motores elétricos, capazes de suprir a necessidade do cracker, enquanto a Siemens será responsável pela usina de cogeração, com capacidade de 40 megawatts (MW) – distribuída em duas turbinas de 20 MW cada -, e a operação do sistema por meio de um contrato de 15 anos.

O investimento desembolsado por cada companhia na parceria não foi revelado. Conforme Checcucci, a estimativa com o novo sistema é de redução de 11,4% no consumo de água e de 6,3% nas emissões de gás carbônico da unidade.

“Os motores atenderão a uma carga importante da unidade. Com isso, conseguimos focar em excelência operacional, com um viés de desenvolvimento sustentável“, disse o executivo.

De acordo com o principal executivo dessa divisão da Siemens no Brasil, Yuri Sanches, essa é a primeira vez que a companhia alemã estabelece uma parceria nesse modelo de investimento conjunto no país. “Há um índice elevado de conteúdo nacional no projeto”, destacou o executivo, exemplificando que as subestações serão fabricadas no Brasil.

A Braskem dará início ao detalhamento do projeto e aquisição dos principais equipamentos. O movimento intenso de instalação desses equipamentos deve ocorrer em 2020.

Do lado da Siemens, as encomendas estão colocadas e as obras de adaptação na área da Braskem onde será instalada a usina de cogeração já começaram.

FonteBVMI – Licio Melo – Stella Fontes/Valor

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@LicioMelo

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