Clientes industriais CityCorp já faturaram mais de R$ 68 milhões em 2017

Enquanto muitas indústrias afundam na crise outras aproveitam as oportunidades

Na contramão da crise a carteira de clientes industriais da CityCorp, empresa especializada na gestão comercial da indústria fechou o primeiro trimestre com um aumento médio de faturamento 11% acima dos resultados de 2016.

A movimentação de investimentos diretos no mercado industrial brasileiro está acima da marca dos US$ 20 Bi e muitos projetos que se encontravam em compasso de espera saíram das gavetas movimentando a compra de máquinas em geral, automação industrial e puxando também o setor de serviços industriais.

Segundo Licio Melo que é CCO (Chief Commercial Officer) da CityCorp a base de clientes da empresa está em sua maioria ligada a cadeia de bens de capital que está sentindo seu nível de ociosidade diminuir gradualmente.

De acordo com ele o Indicador de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) calculado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), tido como termômetro do nível de investimento no País, subiu 3,4% em fevereiro em relação a janeiro. O especialista em vendas industriais afirma que este é o primeiro sinal de que a indústria começa a investir, iniciativa indispensável para a economia reagir de maneira mais consistente.

Licio Melo enfatiza ainda que a confiança da indústria voltou a mostrar crescimento. O ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) alcançou 54,0 pontos em março, o maior nível desde janeiro de 2014. O índice se encontra 4,0 pontos acima da linha divisória dos 50 pontos e é 16,6 pontos maior que o registrado no mesmo mês de 2016.

O ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) alcançou 54,0 pontos em março.

O ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) alcançou 54,0 pontos em março.

A expectativa é de que o aumento da compra de máquinas e equipamentos e de material de construção se mantenha. Em fevereiro, na comparação com o mesmo mês de 2016, o Indicador registrou queda de 1%. Mas o crescimento de janeiro para fevereiro amenizou a queda acumulada pelo indicador em 12 meses, que passou de 9% para 7,9%. Essa evolução é sinal de maior confiança por parte dos empresários.

Os clientes CityCorp implementaram a partir de 2015 departamentos exclusivos para vendas industriais de grandes projetos, que Licio Melo denomina como Big Accounts, ainda de acordo com ele trata-se de um departamento com vendedores industriais voltados para a conquista de grandes contas, o que facilita o atingimento de grandes metas de vendas complexas.

A produção interna de bens de capital avançou 7,2% em fevereiro, enquanto a importação desses bens variou muito pouco, com crescimento de 0,1%. A recuperação da produção interna é relevante, pois a experiência mostra que a indústria de base costuma ser uma das últimas a se reativar depois de uma retração generalizada. O fato de a exportação ter crescido 15,4% no mês demonstra que essa indústria vem ganhando competitividade no mercado internacional.

Licio Melo faz apresentação dos resultados trimestrais dos clientes industriais CityCorp para equipe.

Licio Melo faz apresentação dos resultados trimestrais dos clientes industriais CityCorp para sua equipe.

Outro fator que responde o motivo de vendas industriais com valores tão altos é que a gestão comercial deve estar acompanhada de dados fornecidos por uma eficaz equipe de Inteligência de Mercado voltada exclusivamente para o meio industrial. A partir destes dados e informações é possível melhorar o processo de prospecção industrial encontrando e explorando as melhores oportunidades de vendas industriais.

A contribuição da construção civil também tem sido significativa no aumento dos investimentos. O consumo aparente de máquinas e equipamentos, incluindo materiais de construção (produção interna mais importação e menos exportação) avançou 8,9%.

O crescimento da FBCF no bimestre aferido pelo Ipea pode ser uma antecipação dos primeiros dados sobre investimentos neste ano do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Em 2016, pelo terceiro ano consecutivo, os investimentos caíram. A queda então foi de 10,2%. A tendência parece estar sendo revertida.

Ainda existe um caminho longo a percorrer, mas os números do primeiro trimestre indicam que o Brasil começa a romper o círculo vicioso, pelo qual a indústria não investe porque não há demanda e não há demanda porque o consumidor não tem recursos ou não se dispõe a gastar.

Fonte – BVMI – Leandro Munhoz – CityCorp Gestão em Vendas Industriais

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