Com investimento de R$ 100 milhões Foton quer nova fábrica de caminhões no Brasil

Projeto tem como objetivo iniciar a produção em Guaíba já em 2020

O BVMI confirmou que a Foton Aumark do Brasil está retomando seu projeto de construção para uma nova fábrica de caminhões em Guaíba (RS).

A empresa é controlada pelo ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros, que em 2010 decidiu importar caminhões da chinesa Foton e, em seguida, negociou com o governo gaúcho incentivos e terreno para iniciar a produção no país.

A fábrica, porém, nunca saiu do papel por conta da crise econômica. Agora, com perspectivas mais otimistas, sua construção será retomada e os chineses, que não têm participação na empresa brasileira, se comprometem a assumir a operação no país em 18 meses.

Quando, em 2010, decidiu importar caminhões da China, o economista Luiz Carlos Mendonça de Barros não imaginava que seu plano mudaria de formato quatro vezes ou que, nove anos depois, ainda estaria em processo de maturação.

O projeto de venda de caminhões Foton no Brasil foi vítima de uma sucessão de episódios, que começou com uma súbita mudança de regras do governo para o setor automotivo, passou por oscilações cambiais e culminou com a crise que derrubou o mercado de caminhões no Brasil.

Agora, ele prepara-se para, num acordo de cooperação com a montadora chinesa, colocar em prática o sonho de construir uma fábrica de caminhões no Brasil.

Depois de tanto o vaivém, erguer a fábrica em Guaíba transforma-se, agora, numa questão de honra. Além disso, com a perspectiva de crescimento de mercado, a produção própria será mais lucrativa do que manter a terceirização da linha de montagem.

Soma-se a isso, o trabalho de nacionalização. Segundo Vita, os veículos produzidos em Caxias do Sul têm 70% de peças fabricadas no Brasil. O motor é Cummins e o câmbio, ZF. Diante da lenta recuperação econômica, o contrato com a Agrale, que terminaria em 2017, foi renovado por mais dois anos.

O plano, agora, é começar a produzir em Guaíba em 2020. O investimento calculado é em torno de R$ 100 milhões.

Nessa nova fase, a matriz da Foton ofereceu cooperação desde que a empresa brasileira sanasse dívidas acumuladas durante a crise. Em dezembro, a Foton Aumark Brasil entrou em recuperação judicial.

O caminho, foi, então, aberto para que, num futuro próximo, a Foton China assuma toda a operação. Recentemente a companhia chinesa criou sua própria subsidiária no Brasil. Essa empresa vai apoiar na promoção e importação dos caminhões.

Inicialmente, a produção e a comercialização dos veículos continuará a cargo da empresa brasileira.

“Os incentivos fiscais e o terreno são nosso maior patrimônio”, diz Mendonça de Barros.

A ideia, porém, é que daqui a mais ou menos 18 meses, os chineses assumam todo o processo, inclusive a produção dos caminhões.

Além dos caminhões com capacidade de carga entre 3,5 e 10 toneladas, produzidos na Agrale, começaram a ser vendidos alguns modelos leves importados.

A Foton quer disputar um mercado hoje ocupado por Iveco, Hyundai e Kia, entre outras. “O Brasil é um país pobre, que precisa, cada vez mais, de transporte em caminhões leves”, finaliza Mendonça de Barros.

FonteBVMI – Licio Melo – Marli Olmos/Valor

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@LicioMelo

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