Termomecanica confirma novo investimento de R$ 50 milhões na produção de alumínio

Valor será para a compra de novos equipamentos e adequação da infraestrutura

O BVMI confirmou que a metalúrgica paulista Termomecanica vai investir R$ 50 milhões neste ano e no próximo na ampliação e consolidação de seu portfólio do metal não ferroso.

Os investimentos visam consolidar a segunda fase da produção do metal, iniciada em 2016, na fábrica de São Bernardo do Campo SP).

O valor será empregado na compra de equipamentos e na adequação da infraestrutura para que a companhia passe também a fundir lingotes de alumínio, matéria-prima para tubos e vergalhões.

O objetivo da empresa é que esta nova fase entre em operação no primeiro semestre de 2021. O investimento busca fazer frente às mudanças vistas no mercado interno, em que o cobre está sendo substituído por alumínio, especialmente na fabricação de equipamentos para o setor de energia, por ser mais barato.

Essa área está no radar da Termomecânica, tendo em vista os planos do governo federal de realizar novos leilões de concessões. “Acreditamos que vai ter muita demanda em transmissão”, diz Regina Venâncio, presidente da Termomecanica. “O Brasil é um país continental e precisa de infraestrutura. Queremos fazer parte desta demanda.”

O alumínio representa apenas uma fração do faturamento da empresa, diz a executiva, mas a ideia é que ganhe mais espaço. Em 2018, a produção somou 500 toneladas. Para 2019, a expectativa é que atinja 800 toneladas, alcançando 24 mil toneladas quando os novos equipamentos entrarem em operação.

“Com as máquinas que temos, tivemos uma resposta positiva do mercado [pelos produtos de alumínio]”, afirma a executiva. “Não estamos sentindo dificuldades em entrar no setor. Temos capacidade, conhecimento e pessoas que conhecem o mercado.”

Enquanto isso, a Termomecanica continua consolidando sua posição no mercado de cobre e ligas. Encerrou 2018 com lucro líquido consolidado de R$ 149 milhões, aumento de 10,5% em relação a 2017, registrando bom desempenho operacional, com receita líquida de R$ 1,37 bilhão, avanço de 37%, e lucro operacional de R$ 139,3 milhões, 10% de alta.

São os melhores resultados nominais, sem correção da inflação, da base de dados do Valor Data, que começa em 2011.

O desempenho foi beneficiado pelo crescimento de 5,6% no volume total de vendas, que superou 76 mil toneladas. Apesar das dificuldades da economia no ano passado, com greve dos caminhoneiros e as incertezas provocadas pela eleição presidencial, a Termomecanica conseguiu expandir o volume de vendas em 4,3% no mercado interno.

A presidente do grupo atribuiu o desempenho à boa capitalização da empresa e à venda de produtos com maiores margens.

“Temos condições de oferecer maior prazo de pagamento. Com o custo de financiamento caro no país, nós pudemos oferecer crédito aos nossos clientes a um custo menor e prazo de pagamento mais estendido, que pode chegar a 180 dias ou mais”, afirma Regina.

As exportações também ajudaram no resultado. Responsável por 20% da receita consolidada, a venda ao exterior subiu 11% em 2018, com crescimento dos embarques para os Estados Unidos e países da América Latina, fazendo com que a empresa não ficasse sujeita à economia brasileira.

A fraca situação do país continua um impeditivo para uma retomada expressiva das atividades. Segundo Regina, a ocupação capacidade instalada está em torno de 70% e, para subir, aguarda sinais de melhora.

“Há muita expectativa ainda, as indústrias estão aguardando algum movimento das reformas para arriscar mais, para realmente investir”, afirma Regina.

Enquanto isso, Termomecanica mantém aposta no exterior, podendo ir além dos 20%. E investirá para conquistar novos nichos de mercado. “A empresa sempre investiu. Mesmo em anos mais difíceis não parou, diz.

FonteBVMI – Ivan Ryngelblum

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