Tigre confirma investimento de R$ 150 milhões em 2019

Companhia também faz projeções de aumento de 15% em sua receita líquida para este ano

O Grupo Tigre projeta crescimento de 15% para a receita líquida do grupo neste ano. A estimativa de alta para o faturamento no Brasil da fabricante de tubos, conexões, ferramentas para pinturas, metais sanitários, portas e janelas é de 9%, enquanto a da área internacional chega a quase 20%, com destaque para as vendas da Argentina, do Chile e da Colômbia.

Em 2018, a receita líquida do grupo aumentou 9% – no mercado interno, a expansão também ficou nesse patamar, enquanto o faturamento da área internacional teve incremento de 17%.

“A receita no mercado interno ficou praticamente estacionada em 2015, 2016 e 2017. Tivemos um crescimento importante no ano passado”, conta o presidente da Tigre, Otto von Sothen.

O aumento das vendas domésticas resultou, segundo o executivo, de ganho de participação de mercado e da expansão da rede de distribuição.

A receita de vendas de ferramentas para pintura e pincéis aumentou 15%, enquanto a de tratamento de água e esgoto, negócio em que a Tigre atua há menos de dois anos, dobrou. Houve demanda dos produtos principalmente para reformas.

Para 2019, há projeção de aumento de 30% das vendas de ferramentas para pinturas e pincéis, e de 55% da comercialização de metais. Há dois anos, a Tigre começou a atuar no segmento de metais, por meio da compra da Fabrimar, que tem atuação no Rio de Janeiro e no Nordeste.

A partir de agora, a distribuição de produtos do segmento será expandida para São Paulo e para a região Sul, mercados onde a marca será Tigre Metais.

O grupo tem se expandido por meio da diversificação de portfólio de produtos antes vendidos somente no Brasil para outros mercados de atuação e da ampliação do portfólio de itens com a marca Tigre relacionados à condução de água. No ano passado, a Tigre deu início, por exemplo, à venda de torneiras plásticas.

O BVMI confirmou que ps investimentos previstos para as operações brasileiras em 2019 somam R$ 150 milhões, valor um pouco superior aos desembolsos do ano passado, segundo Sothen.

O blog também descobriu que estes investimentos terão foco na terceirização do que não é atividade fim da Tigre com o objetivo de reduzir custos e aumentar a eficiência, para inteligência artificial e para redefinição do mapa fabril e logístico da Tigre em busca de ampliar o número de clientes.

No fim de novembro, Tigre, Votorantim Cimentos e Gerdau anunciaram a criação da Juntos Somos Mais Fidelização Ltda para operar programa de fidelidade nas vendas de produtos para a construção civil.

Atualmente o Grupo Tigre tem 11 unidades fabris no Brasil e 12 no exterior, exportando para 27 países e com 7 mil colaboradores em suas plantas.

A empresa é uma das mais internacionalizadas do Brasil segundo o ranking da Fundação Dom Cabral. Está presente em 92 mil pontos de vendas espalhados por todo o país.

FonteBVMI – Licio Melo – Chiara Quintão/Valor

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@LicioMelo

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