Vila Galé investe R$ 170 milhões no Brasil

Mesmo diante da crise econômica que o país atravessa, o grupo hoteleiro português Vila Galé está apostando no turismo brasileiro. A rede está investindo R$ 170 milhões em um novo resort no Rio Grande do Norte e em ampliações de mais duas unidades, na Bahia e no Ceará.

O foco no Brasil, único país além de Portugal em que o grupo está presente, é embasado em números. Em 2016, o Vila Galé faturou € 170 milhões, dos quais 40% vieram das operações brasileiras.

O novo resort, batizado de Vila Galé Touros, está sendo erguido na praia de Touros, no litoral potiguar. Com previsão de inauguração entre setembro e outubro de 2018, ele terá 514 quartos, um spa, quadras poliesportivas, além do clube Nep, voltado para crianças. Entre os cinco restaurantes, um terá cardápio com opções de comida regional, e serão oferecidos vinhos portugueses trazidos de fazendas que o grupo mantém na região de Alentejo, em Portugal. Cerca de 1 milhão de garrafas é produzido por ano por lá.

Jorge Rebelo de Almeida é o Presidente do Grupo Hoteleiro Vila Galé.

Jorge Rebelo de Almeida é o Presidente do Grupo Hoteleiro Vila Galé.

Ocupação

O administrador da rede, Gonçalo Rebelo de Almeida, é possível que a unidade no Rio Grande do Norte seja a primeira no Brasil com o sistema all-inclusive (tudo incluído) premium, com oferta de bebidas e alimentação mais sofisticadas. A decisão ainda não foi tomada. Nos demais quatro resorts que o Vila Galé tem no Brasil — além dos que estão sendo ampliados na Bahia e no Ceará, há hotéis no Rio e em Pernambuco —, o sistema é all-inclusive, mas não há oferta de produtos premium.

“Acreditamos que essa crise que o Brasil enfrenta vai passar. Os investimentos têm que ser feitos em épocas de baixa para que possamos colher os frutos quando estiverem em alta”, disse Almeida.

De acordo com ele, a taxa de ocupação nos quatro resorts brasileiros está em 70%, na média do ano, com lotação esgotada nos meses de alta temporada. Cerca de 90% dos clientes são brasileiros.

Já os dois hotéis de perfil corporativo, o Vila Galé Salvador e o Vila Galé Rio no boêmio bairro da Lapa, estão com ocupação bem inferior. No Rio, a taxa está abaixo de 50%. Almeida atribui a pouca procura pela unidade carioca ao excesso de oferta hoteleira na cidade, após Copa e Olimpíada, e à redução do turismo de negócios aos novos investimentos, o grupo busca concluir a comercialização de apartamentos de um flat construído na praia de Cumbuco, em Fortaleza, no qual investiu R$ 100 milhões.

Cerca de 50% foram comercializados, com preços entre R$ 350 mil e R$ 900 mil. O empreendimento é o primeiro da rede no ramo de incorporação imobiliária.

Fonte – BVMI – Licio Melo – Ag. Globo

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@LicioMelo

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